Loen - Hotel Loenfjord - Região dos Fiordes

Depois do passeio de barco pelo Fiorde dos Sonhos, o Sognefjord, que terminou em Kaupanger, seguimos em direção ao hotel Loenfjord, que fica em Loen, por uma estrada estreitinha e sinuosa, que deslizava  entre a beira de um precipício que terminava nas águas plácidas do fiorde, e a escarpa de pedra bruta da montanha.

A estrada era tão estreita que por diversas vezes o ônibus ou o carro que vinha em direção contrária era obrigado a parar para dar passagem a um dos veículos. Ainda bem que o Avelino, nosso motorista, era bastante experiente naqueles caminhos estreitos e tortuosos. Em nenhum momento ele nos colocou em qualquer situação de risco, mas mesmo assim dava medo do ônibus despencar lá embaixo...


A viagem muito longa foi compensada pela paisagem incrível do fiorde que tirava nossa atenção dos perigos da estrada. Acho que os passageiros estavam tão entretidos tentando não perder a oportunidade para um flash que ninguém parecia preocupado nem com a demora da viagem ou com a estrada perigosa.


Chegamos finalmente ao simpático hotel, todo feito de madeira,  que ficava em frente ao fiorde. Já era tarde, mas como no verão escandinavo o sol quase não se põe, ainda estava claro. A água de um rio estreito corria rápida em seu leito ao descer para encontrar as águas plácidas do fiorde, deixando pra trás aquele barulho gostoso de se ouvir. Naquela noite dormi embalada pelo som calmante daquela água gelada que passava célere bem em frente a janela do meu quarto.


Perto dali um grande camping abrigava vários carros e trailers estacionados. Os trailers eram enormes e pareciam uma casa muito bem equipada. Alguns homens pescavam tranquilamente e pareciam estar em perfeita comunhão e paz com a natureza que os rodeava.


Saí caminhando com a Lili, sem pressa,  para tentar captar com minha máquina, e guardar para sempre, a beleza que se descortinava diante dos meus olhos, em todas as direções. Tiramos muitas fotos e nos encantamos com tudo aquilo que estava ali ao alcance da nossa sensibilidade.


No jardim do hotel paramos para ver de perto como era feito um telhado verde, pois havíamos visto vários telhados verdes durante toda a viagem até ali, e aquilo vinha aguçando nossa curiosidade.


O telhado verde é uma excelente idéia, que além de embelezar é muito útil. Consiste na aplicação e uso de solo e vegetação sobre uma camada impermeável, que é instalada na cobertura de uma edificação qualquer. Sua vantagem é facilitar a drenagem das águas da chuva e promover o isolamento acústico e térmico dos telhados e lajes tradicionais. Além de refrescar, ele consegue manter o edifício protegido de temperaturas extremas tanto no verão quanto no inverno. Outro benefício do telhado verde é promover o reequilíbrio ambiental, pois sua utilização pode evitar o uso de sistemas de climatização ou ar condicionado. Ele consegue manter a umidade relativa do ar no entorno da edificação. Em tempos de valorização da ecologia, o telhado verde é uma excelente idéia.

Lembrando meu pai

Neste domingo em que se comemora o dia dos pais, acordei lembrando do meu. Quando me dei conta, estava pensando em como teria sido minha vida se eu tivesse tido a oportunidade de ter convivido com ele um pouco mais de tempo. Eu tinha apenas acabado de completar 11 anos de idade quando ele faleceu.

Meu pai era um homem alto para a geração dele, mas para mim, uma garotinha de apenas 11 anos, ele parecia ainda maior, era o próprio gigante Golias. Lembro-me que, mais do que respeito, eu tinha medo dele. Sua voz soava tão forte que aos meus ouvidos parecia o ribombar assustador de um trovão. Suas mãos me metiam medo, e eu fazia tudo para ficar bem distante delas. Minha impressão era que um tapa vindo daquelas mãos enormes quebraria qualquer criança ao meio.

Hoje, olhando para trás no tempo, percebo o quanto minhas impressões infantis foram injustas com meu pai. Ele, apesar de grande e forte, era um homem sensível e incapaz de machucar qualquer pessoa, e muito menos uma criança. Aliás, ele sempre dizia que surra não consertava ninguém e jamais admitiu que alguém nos batesse, nem mesmo minha mãe. Ele nunca deu um tapa ou um simples puxão de orelhas em mim ou em minhas irmãs mais novas. Bastava seu olhar ameaçador para que entendessemos o recado e saíssemos de fininho ou parássemos uma briga ou discussão.

Quando nasci meu pai era considerado um velho, pois já estava com quase 60 anos. Naquela época ainda não existia essa insuportável demagogia do politicamente correto, que inventaram para os tempos atuais. Velho era simplesmente velho e não um idoso, mas por outro lado, o velho era um cidadão que todos reverenciavam e respeitavam.

Quando criança me ressenti da distância que havia entre mim e meu pai. Mantinhamos um relacionamento cordial, mas sem muita intimidade, e isto não era apenas por causa do receio que eu sentia em ficar por perto e levar uma bronca ou um safanão. Era alguma coisa invisível que nos afastava, mas eu não conseguia entender o que era, e muito menos saber porquê aquilo acontecia. Eu simplesmente sentia e me ressentia...

Somente depois de adulta fui compreender e entender as razões para o distanciamento entre nós, e foi aí que lamentei ainda mais a morte precoce do meu gigante Golias.

Meu pai casou-se com minha mãe em segunda núpcias. Em seu primeiro casamento meu pai teve duas filhas e a mais velha, muito parecida comigo fisicamente, com a diferença de ser loira e de olhos verdes, era sua paixão, seu encantamento. Eles eram muito ligados um ao outro. Um dia quando meu pai retornou à casa, após uma viagem de trabalho, encontrou sua mulher no hospital entre a vida e a morte, após ter dado à luz uma criança morta. Estranhando que sua filhinha mais velha não havia corrido ao seu encontro na porta, como sempre fazia, perguntou por ela, e foi aí que recebeu a pior notícia de sua vida: sua filha mais velha também estava morta e sepultada. Sua morte prematura fora provocada por uma epidemia que havia assolado a cidade durante sua ausência. 

Meu pai não conseguiu sequer enterrar sua filha amada, não conheceu a mais nova que nascera morta e não sabia se sua mulher iria resistir a tudo aquilo. Seu mundo deve ter desabado naquele momento... Seu sofrimento deve ter sido arrasador. Hoje entendo isto.

Tempos depois, a primeira mulher do meu pai pegou uma criança para criar e assim conseguiu realizar sua vocação para a maternidade. Meu pai adotou aquele garotinho, tão diferente deles fisicamente, não só no papel, mas também no coração. Ele amou aquele menino com uma paixão comovente. Naquela equação, um salvara o outro. Ele foi o filho que meu pai precisava, e meu pai, o pai que toda criança gostaria de ter. Há homens com vocação para a paternidade e meu pai foi um homem assim.

Quando eu nasci meu pai exultou. Era de novo pai de uma garotinha, mas lá no fundo do seu coração, um sentimento assustador começou a se formar: um medo incompreensível de perder outra vez uma filha amada...

Sognefjord - o fiorde dos sonhos

Quando desembarcamos em Myrdal nosso motorista Avelino já estava com o ônibus estacionado aguardando para irmos até Gudvangen onde almoçamos.


O restaurante não dava muitas opções, e parecia que qualquer prato que resolvessemos comer não iria agradar muito. A comida, de fato, era bem ruim e eu só encarei um pouco da gororoba para não ficar com fome. Depois do almoço, quando o sol esquentou e pude tirar o casaco pesado, tomei um picolé para refrescar um pouco (eu estava quase cozinhando embaixo da segunda pele que usava), e assim pude também gastar as últimas moedinhas da noruega que pesavam em minha bolsa.


Nosso barco chegou na hora marcada. Embarcamos animados e subimos até o segundo andar onde a visão de Sognefjord era desimpedida. O fiorde dos sonhos, como é conhecido, também ostenta o título de maior e mais profundo do mundo, além de majestoso e belo. Encontrei um local estratégico no barco, protegido do sol, e perfeito para tirar belas fotos que comprovam o porquê aquele fiorde foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade, pela Unesco.


As montanhas escarpadas e cobertas de neve, erguem-se na borda silenciosa das águas serenas do Mar do Norte, que invadiram a fenda profunda criada pelo peso das antigas geleiras. Por todos os lados onde a vista alcança é possível ver cascatas de águas cristalinas que se precipitam em queda livre sobre os extensos bosques de pinheirais, que crescem nas rochas.


Vez ou outra uma pequena aldeia surge na paisagem, ou uma casinha perdida no verde dos pinheirais, aqui ou ali. As escarpas, pura rocha, erguem-se quase verticais, numa altura que deve alcançar uns 900m. Em alguns pontos, o fiorde dos sonhos chega a uma profundidade de mais de 1.200m. O que será que se esconde debaixo das águas tranquilas do fiorde dos sonhos? O barco continua seu curso tranquilo, indiferente as minhas indagações. As gaivotas oportunistas quebram o silêncio com seu grito estridente, certas de que a qualquer hora algum passageiro irá atirar um pouco de comida.


O passeio continua e as gaivotas brancas seguem o barco gritando sem parar. De repente elas se agitam ainda mais; é um passageiro que está jogando alguns pedaços de pão que elas pegam no ar. Algumas até se arriscam a pegar o pão nas mãos que ficam estendidas fora do barco.


Um jovem oriental que fotografa com uma máquina de fazer inveja a qualquer fotógrafo amador ou profissional, está ao meu lado doido para pegar meu lugar estratégico e fazer belas fotos. Como já fotografei o bastante com minha máquina compacta (que chora de vergonha perto da dele), cedo meu lugar e ele fica todo agradecido e até jura que irá enviar-me algumas fotos por e.mail. Finjo que acredito e saio, até porque um vento mais frio começa a soprar e prefiro ficar protegida dentro do barco, onde está mais quentinho.


Faltando uns dez minutos para o final do passeio, nosso grupo desce e vai para o ônibus que também está no barco. Desembarcamos e seguimos para um simpático hotel que fica bem em frente a um fiorde. Naquela noite dormi embalada pelo delicioso som da água correndo rápida pelo canal que passava bem de frente da janela do meu quarto.


Acordei no dia seguinte bem cedinho e saí caminhando com a Maura pelo jardim. Daí a pouco a Suely e o Carlos se juntaram a nós para contemplarmos em êxtase  aquele espetáculo da natureza.

Pérolas do dep. Bolsonaro sobre o assassinato da Juíza Patrícia

Muito infeliz e inoportuno o comentário do deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro, sobre a juíza Patrícia,  que foi morta com 21 tiros na noite de quinta-feira (11), em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Infelizmente, quando se trata da família Bolsonaro não é de se estranhar notícias como a estampada em todas as mídias de hoje. Eles parecem adorar uma manchete indignada com as pérolas que soltam...
Quero  saber  qual é o tratamento que o nobre deputado gostaria que um bandido tivesse?  Diga deputado, como é que um juiz ou qualquer outra autoridade deve lidar com bandido?
De acordo com o Jornal do Brasil, o deputado Flávio escreveu em sua página no twitter  que a juíza da 4a Vara Criminal de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, assassinada brutalmente, tinha o costume de  "humilhar gratuitamente réus".  E escreveu mais: "Que Deus tenha essa juíza, mas a forma absurda e gratuita com que ela humilhava policiais nas sessões contribuiu para ter muitos inimigos". E ainda escreveu que ele  cansou de receber em seu gabinete policiais e familiares reclamando da  juíza  assassinada.
Nossa, o nobre deputado tem tempo de receber em seu gabinete de trabalho  pessoas que se sentem agredidas verbalmente por juízes, e especificamente pela juíza assassinada? Não me parece que um gabinete de deputado seja o local adequado para este tipo de reclamação. Será que não existe um caminho mais direto para protestar contra um juiz por causa  deste tipo de tratamento???
Então quer dizer que assassinar  juízes que  colocam  bandidos perigosos  atrás das grades é apenas consequência  do que pode acontecer com aqueles profissionais que trabalham para proteger cidadãos de bem? Se sentir humilhado é  justificativa suficiente para  mandar matar uma  juíza que trabalha dentro dos limites da lei?
Sinceramente, numa sociedade  como a que estamos inseridos, encontrar uma magistrada como Patrícia, séria e corajosa, conhecida por ter condenado à prisão 60 policiais ligados à milícia, nos faz acreditar que ainda existem pessoas que não se deixam levar pela corrupção no país, e que nossa sociedade ainda pode ter conserto. Basta encontrar mais pessoas corajosas como ela, que não hesitava em colocar bandidos atrás das grades, fossem eles policiais ou aqueles famosos bandidos de colarinho branco.

Trem Flamsbana - Um passeio encantado entre Voss e Myrdal

Como eu havia dito no outro post, estou novamente em forma. A dor provocada pelo zometa passou e hoje já não é nem sequer uma lembrança. Prefiro focar no que é bom e dor nunca o é mas, o que está por trás daquela dor é ótimo. Santo zometa!
Hoje quero escrever sobre um momento inesquecível da viagem: o passeio no trem Flamsbana.

Saímos de Bergen pela manhã em direção a vila de Voss, onde embarcarmos para Myrdal no famoso trem Flamsbana, que faz um percurso de 20 km pelos belíssimos vales e paisagens de montanhas e cascatas, na Região dos Fiordes Noruegueses.

A viagem é espetacular. O percurso do trem entre Voss e Myrdal dura 1 hora e atravessa cenários de natureza selvagem e outros construídos pelo homem, que são inesquecíveis. A altitude que separa uma vila da outra é de 864m, e isto torna aquela ferrovia a de maior inclinação do mundo (bela obra de engenharia).

No verão europeu, época em que viajei, o trem Flamsbana é muito concorrido. São dez partidas diárias da estação de Flam, que saem sempre muito cheias. O trajeto de uma hora atravessa 20 túneis e dá direito ao turista a uma vista espetacular de várias cachoeiras com mais de 100 m de queda livre, nas altas montanhas vestidas pelo verde dos pinheirais. É fantástico.

No meio do caminho o trem faz uma parada breve para que os deslumbrados turistas vejam de perto, e fotografem com mais calma, a monumental cachoeira Kjosfossem. Algumas vezes aquela parada estratégica  ainda dá direito a visão de um ser mitológico da Noruega: a Huldra.

A multidão de turistas que desce do trem aos trancos,  se acotovela no pequeno espaço de calçada entre o trem e o abismo, para fotografar a cachoeira. Posso apostar que são poucos aqueles que percebem a breve aparição da Huldra, uma mulher vestida de branco, dançando e cantando em cima de uma pedra, acompanhando o rítmo pulsante da natureza que a envolve. Quando a vi, tive a impressão de ser uma miragem, pois estava  esmaecida pela névoa que se formava pela evaporação da água da cachoeira que caía com força... Foi sensacional!


A parada  do trem é tão breve quanto a aparição da Huldra; a  viagem continua por paisagens tão fantásticas, que é difícil duvidar da existência do Ser poderoso que deu vida àquilo tudo.

Fazendo o zometa após dois meses de pausa

Depois de dois meses de pausa no uso do zometa, por causa da viagem, esta semana não pude mais escapar e fiz a aplicação na segunda-feira. Acho que eu já tinha até esquecido o quanto o zometa deixa o corpo moído e cheio de dores... Na terça eu estava preparando uma simples e gostosa salada quando senti as costas começarem a doer e em seguida o corpo inteiro doía. Tomei o remédio e sonolenta dormi algumas horas e acordei bem mas, hoje pela manhã, parecia que um rolo compressor havia passado sobre mim. Doía tudo que era pedacinho, do dedão do pé até a cabeça. Meu consolo é saber que só dói porque está fazendo o efeito previsto: consertar os ossos destruídos pelo câncer. 
Hoje passei por uma nova consulta com a dra. Luci Ishii que ficou animada com o resultado dos últimos exames. Estou cada dia melhor e aguentar um pouco de dor faz parte do jogo então... bola prá frente, amanhã já vai doer menor e depois de amanhã não sentirei mais nada, a dor  vai passar para começar tudo de novo no próximo mês. Vale o sacrifício. 

Conhecendo Bergen

Sendo Bergen a cidade mais chuvosa da Europa, é claro que ao acordar de manhã bem cedinho e olhar pela janela vi que chovia lá fora. E não era uma chuva fraquinha, o que me deixou um pouco desanimada pois, logo depois do café da manhã, estava previsto um city tour pela cidade.

Nosso guia local era um jovem português, que trabalha na cidade todos os verões. Pela manhã seu trabalho é de guia e, na parte da tarde até a noite, como vendedor no mercado de peixes, que funciona mais como atrativo para os turistas do que como mercado de peixes para os habitantes da cidade.

Munidos de capa e guarda-chuva saímos com o Joel, que se revelou um ótimo e bem humorado guia. Ela tinha de cor todas as informações sobre a cidade. Andou com o grupo pelas ruas até uma casa de câmbio para que pudéssemos trocar euros por coroas norueguesas. Em seguida fomos conhecer Briggen, a parte antiga de Bergen, que fica na baía e que possui um conjunto de casas de madeira que datam dos tempos da Liga Hanseática. Esta relíquia remanescente dos tempos da Liga é hoje um Patrimônio Mundial da UNESCO.

Joel nos explicou que a Liga Hanseática foi uma aliança de cidades mercantis que manteve o monopólio comercial sobre quase todo o norte da Europa e o Báltico, no fim da Idade Média e o começo da Idade Moderna (entre os séculos XIII e XVII mais ou menos).

O comércio da Liga fornecia madeira, metais, peles, peixes secos e cereais a toda Europa. Era também conhecida por Hansa, e teve origem em duas antigas confederações nas cidades alemãs de Colônia e Lubeck.

A Liga Hanseática foi o fenômeno comercial mais importante da Europa. Sua rota era feita pelo Mar Báltico e no Mar do Norte.

Joel também nos mostrou como os noruegueses faziam para secar o bacalhau, uma forma de conserva absolutamente diferente do bacalhau salgado que conhecemos e um processo que demandava mais de seis meses de trabalho.

Os vikings não conheciam o sal, então o bacalhau, que tem pouca gordura, secava ao ar livre até que perdesse a quinta parte de seu peso e endurecesse como um pedaço de madeira. Seco desta forma ele podia ser consumido aos pedaços durante as longas viagens daqueles antigos navegadores, pelos oceanos.

Naquela altura da manhã parou de chover, o sol se abriu e permitiu que subíssemos o Monte Floyen para apreciarmos a vista da cidade com tempo aberto. A sorte com tempo bom e ensolarado nos acompanhou durante toda viagem. Por todos os lugares por onde passamos pegamos bom tempo e a chuva só dava as caras na hora em que estávamos saindo das cidades.

Subimos o Monte Floyen de funicular e lá em cima, com aquela linda manhã de sol, aproveitamos a melhor vista da cidade.

Depois do passeio fomos almoçar no restaurante do hotel Rica Bergen. Todos torceram o nariz quando viram que o prato principal era salmão servido com batatas, pois em todos os outros restaurantes por onde havíamos passado o salmão nunca era bem temperado, era sempre sem graça e sem sabor, mas finalmente  apreciamos uma comida muito bem temperada e gostosa.